Bem-Vindos

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Vizuais de roupas

Vizual Emo Masculino

Vizual Emo Feminino 
vizual mais alternativo feminino 

Vizual mais alternativo Masculino
Vizual nerd feminino 

Vizual nerd Masculino 
Vizual de patricinha ou burguesinhas 

Vizual de um mauricinho 


Vizual de um mauricinho 

Cabelos

                  Moicano 

cabelo moicano punk
cabelo penteado moicano "Feminino"

cabelo penteado moicano "Feminino"

cabelo penteado moicano "Feminino"
F
cabelo penteado moicano "Masculino"

cabelo penteado moicano "Masculino" 

Eu sou "normal"

"Ser radical e coisa do passado.
hoje, muda-se de tribo o tempo todo"

    Se você perguntasse a um jovem dos anos 80 a que tribo ele pertencia, as respostas seriam múltiplas. Ele poderia ser punk, metaleiro, dark, New wave, careta, rockabilly.Um punk tratava um rockabilly como um Montecchio a um Capulleto em Romeu e julieta: com desdém raiva e sopapos. Não é à toa que os psicólogos passam anos teorizando a turma como a " segunda família". Era em relação a ela que havias códigos de honra.  Era por ela que se combatia e brigava.
    A instituição da "turma" substitua da "família" mereceu os primeiros estudos nos anos 50.Na quela epoca ficou popular o musical West side story uma versão de Romeu e Julieta que, em vez de Montecchios e Capulettos, opunha as tribos dos "Jets" e dois "Sharks".
    Esse quadro mudou da vida para o século 21.
    Perguntei a um adolescente dos dias de hoje a que tribo ele pertence. Há 99% de chaces de que ele responda: "Eu sou normal". E o que significa ser normal? Não te tribo?Nada disso."Normal" e aquele que transita livremente por diferentes turmas. O que e surfista de dia e pagodeiro de noite, por exemplo. Ou a menina que é nerd no colégio, patricinha no Shopping mas namora um metaleiro- e frequenta festa de Rock pesado como ele. Nos anos 80, uma patricinha( na época  elas eram chamadas " burguesinhas") sofria gozaçoes num reduto hardcore. Atualmente, a resistência e bem menor.
    Vivi- se hoje a era do "camaleão". Ha varias explicações para o fenômeno. A primeira e que o significado das tribos se diluiu. No começo dos anos 80, ser punk era admira um movimento de jovens ingleses desempregados com plataforma definida. Hoje dessas tendências, restaram os cabelos com cortes moicano e as braçadeiras de ouro.Em vez de ideologia há acessórios. E diversão.A maior parte das tribos, nos dias de hoje se agrupa em torno de atividades de lazer.Que pode ser esportivo(Surfistas e Skatistas), cultural(pagodeiros, roqueiros, alternativos que gostam de MPB) ou relativo a vida noturna(clubes de darks.


     por isso não faz sentido brigar. Por que combater alguém que se diverte de forma diferente?Melhor e ficar amigo,, para aproveitar diferentes tipos de programas." Os adolescentes perceberam que não faz sentido se estapear por uma identidade transitória", deferente o psicanalista e escritor italiano Contardo Calligaris. Entre os mais velhos que viviam em tempos mais radicais, ha quem veja nessa mudança constante um lado negativo, um reflexo da superficialidades dos dias atuais.Na verdade, o execício da tolerância é uma conquista da geração de hoje.(...) 

domingo, 25 de setembro de 2011

"Insegurança"

     O adolescente se olha no espelho e se acha diferente.Constata  facilmente que perdeu aquela graça infantil que, em nossa cultura , parece garantir o amor incondicional dos adultos, sua proteção e solicitude imediatas. Essa insegurança perdida  deveria ser compensada por um novo olhar dos mesmos adultos, que reconhece as imagens púbere como sendo a figura de outro adulto, seu par iminente. Ora, se olhar falha: o adolescente perde ( ou, para crescer, renuncia) a segurança do amor que era garantido à criança, sem ganhar em troca outra forma de reconhecimento que lhe parecia nessa altura devido .
    Ao contrario, a maturação, que , para ele, e evidente, invasiva e destrutiva do que fazia sua graça de criança, é recusada, suspensa, negada. Talvez haja  maturação, lhe dizem, mais ainda não e maturidade.Por consequência, ele não é mais nada, nem criança amada, nem adulto reconhecido.
O que vemos no espelho não e bem nossa imagem. É uma imagem que sempre deve muito ao olhar dos outros. Ou seja me vejo bonito ou desejável se tenho razoes de acreditar que os outros gostam de mim ou me desejam.Vejo e suam, o que eu imagino que os outros vejam.Por isso o espelho e ao mesmo tempo tão tentador e tão perigoso para o adolescente:porque gostaria muito de descobri o que os outros veem nele. Entre a criança  que se foi e o adulto que não chega , o espelho do adolescente é frequentemente vazio.Podemos entender então como essa época da vida possa se campeã em fragilidade  de alto estima(...).
   Parado na frente do espelho, caçando as espinhas, medindo as novas formas de seu corpo, desejando e ojerizando seus novos pelos ou seios, o adolescente vivi  a falta do olhar apaixonado que ele merecia  quando criança e a falta de palavras que os admitam  como par na sociedade do adultos. A insegurança se torna assim o traço próprio da adolescência.
  Grande parte das dificuldades relacionadas dos adolescentes, tanto com os adultos quanto com seus coetâneos, derive dessa insegurança. Tanto de uma timidez apagada quanto os estardalhaço maníaco manifestam  as mesmas questões, constantemente a flor da pele, de quem se sente não mais adorado e ainda não reconhecido:será que sou amável , desejável, bonito, agradável, visível, invisível, oportuno inadequado?