Bem-Vindos

domingo, 11 de dezembro de 2011

    Segundo a Organização Mundial da Saúde, a adolescência é um período da vida, que começa aos 10 e vai até os 19 anos, e segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente começa aos 12 e vai até os 18 anos, onde acontecem diversas mudanças físicas, psicológicas e comportamentais. Adolescência, uma etapa maravilhosa da vida, que muitos insistem em chamar de “aborrescência”. O começo de um despertar para um mundo novo, onde posso ser ator/atriz principal de minha vida, e por conseqüência adquirir a capacidade de poder mudar meu país. Ainda bem que eu encontrei meu espaço, ou melhor, lutei por ele, espaço esse em que posso participar. Geralmente nunca nos deixam participar e com isso aquela vontade natural de mudar o mundo é esquecida, ou melhor, dá lugar a um conformismo ou será inconformismo? E aí aquela ânsia de transformar muitas vezes é trocada pela única forma que encontramos de deixar a nossa marca (depredando orelhões, pichando, etc...) no mundo. Não podemos decidir sobre nossa vida, mas a vida acaba decidindo pela gente: Quando será a primeira vez? Já rolô! Usar camisinha? Não sei! Ih, não tenho agora! Conversar ou não com os pais? Ah eles não me entendem e nem vão me escutar mesmo. Participando a gente pode mudar isso, acredito em mim e em todos os adolescentes que tem essa vontade de mudar e criar um mundo melhor, com a nossa cara..
  Se não quer falar com os pais por ter vergonha de dizer algumas coisa, procure um amigo, um irmão ou ate mesmo primo, tios e diga o que se passa no seu dia, como foi a sua primeira vez pois e uma maneira que vc vai ter de não guarda as coisas só pra si pro pió, se guardamos apenas pra nos mesmo nossas decepções, rancores e tudo mais pode ficar ate mesmo muito doente...   

DEPRESSÃO NA ADOLESCÊNCIA

Durante muitos anos acreditou-se que os adolescentes, assim como as crianças, não eram afetadas pela Depressão, já que, supostamente, esse grupo etário não tinha problemas vivenciais. Como se acreditava que a Depressão era exclusivamente uma resposta emocional à problemática existencial, então quem não tinha problemas não deveria ter Depressão.
Atualmente sabemos que os adolescentes são tão suscetíveis à Depressão quanto os adultos e ela é um distúrbio que deve ser encarado seriamente em todas as faixas etárias. A Depressão pode interferir de maneira significativa na vida diária, nas relações sociais e no bem-estar geral do adolescente, podendo até levar ao suicídio. Quase todas as pessoas, sejam jovens ou idosas, experimentam sentimentos temporários de tristeza em algum momento de suas vidas. 
Estes sentimentos fazem parte da vida e tendem a desaparecer sem tratamento. Isso não é Depressão.Quando falamos de "Depressão", estamos falando de uma doença com sintomas específicos, com duração e gravidade suficiente para comprometer seriamente a capacidade de uma pessoa levar uma vida normal. 
Não devemos, nem por brincadeira, julgar as pessoas deprimidas como se elas estivessem ficando loucas, nem tampouco devemos achar que há motivos para o deprimido se envergonhar. 
A Depressão é uma doença como tantas outras da medicina, sem motivos para vergonha e com real necessidade de tratamento, assim como a medicina faz com a asma, gastrite, hipertensão, etc.
A Depressão afeta pessoas de todas as idades, de todas as nacionalidades, em todas as fases da vida. Estima-se que cerca de 5% da população mundial sofra de Depressão (incidência) e que cerca de 10% a 25% das pessoas possam apresentar um episódio depressivo em algum momento de sua vida (prevalência).
Entre aqueles que já sofreram um Episódio Depressivo, há maior probabilidade de terem mais outros episódios depressivos ao longo de suas vidas, embora esta probabilidade varie muito de pessoa para pessoa.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Por que os jovens consomem drogas?


    São vários os fatores que levam ao consumo e geralmente estão combinados. Por exemplo:
Curiosidade, desejo de viver outras experiências, a procura de deverão, desejo de testa limites e transgredir regras.
   Pressão dos pares, desafio à autoridade, desejo de afirmação, ausência de informação    
  As drogas podem ser consumidas de muitas formas, que vão do consumo experimental à dependência.





       Um consumo experimental não conduz necessariamente a uma dependência.
É importante saber a diferença entre o uso de substancias e o seu abuso. Do mesmo modo é fundamental responsabilidade a jovem pela conseqüência das suas decisões.



  Não são só os adolescentes que consomem drogas. Os consumos podem existir em qualquer idade e as razões tal variam consoantes as pessoas.



    Dicas uteis: Os meus amigos fumam droga. Se eu não fumo dizem que sou um careta como posso evitar que me digam isso?
Talvez não o possas evitar, pelo menos ao principio. Com o tempo aprenderão a valorizar a tua atitude de seres tu próprio.
    E um dia talvez possas ser uma referência que lhes possa ser útil e agradável.
Afinal quem e que se droga?
   Dizem-se muitas coisas isso: as pessoas que têm problemas, as que querem diverti-se, as que tem fácil acesso a drogas. O certo e que a maior parte das pessoas não se droga mesmo quando tem problemas. Pode-se dizer que há pessoas mais susceptíveis do que outras e que em certos momentos da vida essa vulnerabilidade e maior, mais há sempre formas de ultrapassar ou lidar com os obstáculos ou as dificuldades.
   A decisão de usar ou não drogas é sempre uma questão individual, mesmo com influências ou pressões de outros.
Não deixes que tua vida se torne um pesadelo.


Drogas


  Não é um fenômeno único e isolado, o fato do grande aumento do uso de drogas entre os adolescentes, durante a década passada, no Brasil, Estados Unidos e em outros países. Acreditava-se que, na década de 60 os jovens passaram a consumir mais drogas com o advento da cultura e essa crença limitava-se somente aos jovens. Tal crença é uma ilusão e só pode obstruir as tentativas de se colocar o problema em perspectiva dequada.
   O emprego e abuso propagado de drogas não se restringem aos adolescentes e não começou com o advento da cultura jovem dos anos 60, como qualquer um que tinha 20 anos na década de 20 pode atestar.
Conquanto possa haver diferenças significativas entre as gerações no que concerne aos seus padrões de uso de drogas, a sociedade mais ampla, da qual os adolescentes são uma parte, vem-se desenvolvendo como uma "cultura da droga" há muitos anos. Por exemplo, de um quarto a um terço de todas as prescrições médicas atualmente feitas no Brasil, Estados são para estimulantes ou comprimidos para regime (anfetaminas) ou tranqüilizantes. Entre 1964 e 1977, as receitas de Valium e Librium, os dois tranqüilizantes mais usados, aumentou de 40 para 73 milhões por ano, só nos Estados Unidos.
   Revistas, jornais, rádios, televisões bombardeiam as pessoas com mensagens insistentes de que o alívio para quase tudo - ansiedade, depressão, excitamento - depende "exatamente de engolir mais um comprimido". Nas palavras de um garoto de 13 anos: "Espera-se que nós não tomemos drogas, mas a TV está cheia de comerciais mostrando pessoas correndo para obter seus comprimidos porque alguma coisa as incomoda". Os adolescentes que adotaram essa maneira de ver como a vida deve ser conduzida podem apenas estar refletindo modelos sociais e paternos.
   Através de pesquisas têm se mostrado que, os jovens cujos pais fazem uso significativo de drogas como álcool, tranqüilizantes, fumo, sedativos e anfetaminas são mais inclinados que os outros adolescentes a usar maconha, álcool e outras drogas. Como me disse um garoto de 15 anos: "Em minha casa, não se pode espirrar sem tomar algum comprimido. Minha mãe está sempre tomando alguma coisa para dor de cabeça, e meu pai para ficar acordado a fim de trabalhar à noite. Eles não são alcoólatras, mas certamente bebem muito. Assim sendo, sou algum criminoso por fumar maconha?”.
    Embora muitos adolescentes estejam se tornando dependentes de drogas de alto risco, a maioria não está. Apesar das predições lúgubres do fim dos anos 60 de que estávamos na iminência de uma "epidemia" de uso de drogas entre adolescentes, nada disso realmente aconteceu. O uso da maconha, álcool e fumo está disseminado entre os jovens; mas o uso das drogas da "contracultura", como o LSD e outras substâncias, inalantes (cheirar cola), estimulantes (anfetaminas) e calmantes (barbitúricos) e produtos que ingressaram mais recentemente no campo das drogas da juventude, como heroína, cocaína, PCP ("pó de anjo"), quaaludes etc., não tem sido detectado senão em uma de cada cinco pessoas nos Brasil, (e o índice geralmente é menor em outros países ocidentais). Muitos dentre os antigos consumidores ocasionais abandonaram tais drogas sem as substituir por outras.
   Não podemos tapar o sol com peneira, não há lugar para complacência. Embora seja certo afirmar, por exemplo, que "apenas" de 3% a 5% dos estudantes de nível colegial no Brasil, já experimentou maconha, isso significa mais de um milhão de jovens. Além disso, o uso de drogas "tradicionais" (isto é, de adultos), sobretudo o álcool, tem aumentado nos últimos anos, mais notavelmente entre os adolescentes mais jovens.

sábado, 15 de outubro de 2011

TRANSTORNOS MENTAIS NA ADOLESCÊNCIA

    A Adolescência é um período de intensas atividades e transformações na vida mental do indivíduo, o que, por si só, leva a diversas manifestações de comportamento que podem ser interpretadas por leigos como sendo doença. Assim sendo, muitas das manifestações ditas normais da adolescência podem se confundir com doenças mentais ou comportamentos inadequados.
    Exemplo disso é o uso de drogas, que pode constituir-se em um caso de dependência, mas também pode constituir-se em um simples comportamento de experimentação da vida. Temos de ter o cuidado inicialmente de avaliar bem o comportamento de um adolescente, antes de se garantir a existência ou não de um transtorno mental. Para tanto é necessário se conhecer um pouco acerca do que chamamos de "adolescência normal".
     
     ADOLESCÊNCIA NORMAL

   A adolescência é a fase da vida em que a pessoa se descobre como indivíduo separado dos pais. Isso gera um sentimento de curiosidade e euforia, porém também gera sentimentos de medo e inadequação. Um adolescente está descobrindo o que é ser adulto, mas não está plenamente pronto para exercer as atividades e assumir as responsabilidades de ser adulto.   Assim sendo ele procura exemplos, de pessoas próximas ou não - ídolos artísticos ou esportivos, entre outros - para construir seu caráter e seu comportamento.
Também é visível a necessidade do adolescente de contrariar a vontade ou as idéias dos pais.           Esse comportamento opositor aos pais acontece em decorrência da necessidade do adolescente de separar-se dos pais, ser diferente deles, para construir sua própria identidade como pessoa. Ao mesmo tempo, o adolescente pode não se ver capaz ainda de se separar desses pais, gerando então nele um sentimento de medo. De um lado a necessidade de separar-se dos pais para ser um indivíduo diferente e de outro lado a dificuldade de assumir a posição adulta (com suas responsabilidades e desejos) levam o adolescente a uma fase de intensa confusão de sentimentos, com uma constante mudança de opiniões e metas, e com um comportamento bastante impulsivo.
  Embora haja grande quantidade de conhecimento existente hoje sobre esse assunto, é necessário alertar que muitos dos comportamentos atípicos manifestados pelos adolescentes podem apenas ser uma busca por sua identidade, e não uma doença mental específica.
Cabe também lembrar que muitas vezes os adolescentes necessitam de ajuda profissional nesse processo de "ser adulto", o qual, mesmo não se constituindo em doença mental, pode constituir-se em sofrimento para o adolescente, podendo ele beneficiar-se, e muito, de intervenções psicológicas.


quarta-feira, 12 de outubro de 2011

GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA

A gravidez precoce é uma das ocorrências mais preocupantes relacionadas à sexualidade da adolescência, com sérias conseqüências para a vida dos adolescentes envolvidos, de seus filhos que nascerão e de suas famílias.
A incidência de gravidez na adolescência está crescendo e, nos EUA, onde existem boas estatísticas, vê-se que de 1975 a 1989 a porcentagem dos nascimentos de adolescentes grávidas e solteiras aumentou 74,4%. Em 1990, os partos de mães adolescentes representaram 12,5% de todos os nascimentos no país. Lidando com esses números, estima-se que aos 20 anos, 40% das mulheres brancas e 64% de mulheres negras terão experimentado ao menos 1 gravidez nos EUA .
No Brasil a cada ano, cerca de 20% das crianças que nascem são filhas de adolescentes, número que representa três vezes mais garotas com menos de 15 anos grávidas que na década de 70, engravidam hoje em dia (Referência). A grande maioria dessas adolescentes não tem condições financeiras nem emocionais para assumir a maternidade e, por causa da repressão familiar, muitas delas fogem de casa e quase todas abandonam os estudos.
A Pesquisa Nacional em Demografia e Saúde, de 1996, mostrou um dado alarmante; 14% das adolescentes já tinhas pelo menos um filho e as jovens mais pobres apresentavam fecundidade dez vezes maior. Entre as garotas grávidas atendidas pelo SUS no período de 1993 a 1998, houve aumento de 31% dos casos de meninas grávidas entre 10 e 14 anos. Nesses cinco anos, 50 mil adolescentes foram parar nos hospitais públicos devido a complicações de abortos clandestinos. Quase três mil na faixa dos 10 a 14 anos.
Segundo Maria Sylvia de Souza Vitalle e Olga Maria Silvério Amâncio, da UNIFESP, quando a atividade sexual tem como resultante a gravidez, gera conseqüências tardias e a longo prazo, tanto para a adolescente quanto para o recém-nascido. A adolescente poderá apresentar problemas de crescimento e desenvolvimento, emocionais e comportamentais, educacionais e de aprendizado, além de complicações da gravidez e problemas de parto. É por isso que alguns autores considerem a gravidez na adolescência como sendo uma das complicações da atividade sexual.
Ainda segundo essas autoras, o contexto familiar tem uma relação direta com a época em que se inicia a atividade sexual. As adolescentes que iniciam vida sexual precocemente ou engravidam nesse período, geralmente vêm de famílias cujas mães se assemelharam à essa biografia, ou seja, também iniciaram vida sexual precoce ou engravidaram durante a adolescência. 

O comportamento sexual do adolescente é classificado de acordo com o grau de seriedade. Vai desde o "ficar" até o namorar. "Ficar" é um tipo de relacionamento íntimo sem compromisso de fidelidade entre os parceiros. Num ambiente social (festa, barzinho, boate) dois jovens sentem-se atraídos, dançam conversam e resolvem ficar juntos aquela noite. Nessa relação podem acontecer beijos, abraços, colar de corpos e até uma relação sexual completa, desde que ambos queiram. Esse relacionamento é inteiramente descompromissado, sendo possível que esses jovens se encontrem novamente e não aconteça mais nada entre eles de novo (veja Hábito de Ficar Com....).
Em bom número de vezes o casal começa "ficando" e evoluem para o namoro. No namoro a fidelidade é considerada muito importante. O namoro estabelece uma relação verdadeira com um parceiro sexual. Na puberdade, o interesse sexual coincide com a vontade de namorar e, segundo pesquisas, esse despertar sexual tem surgido cada vez mais cedo entre os adolescentes (veja Adolescência e Puberdade). O adolescente, impulsionado pela força de seus instintos, juntamente com a necessidade de provar a si mesmo sua virilidade e sua independente determinação em conquistar outra pessoa do sexo oposto, contraria com facilidade as normas tradicionais da sociedade e os aconselhamentos familiares e começa, avidamente, o exercício de sua sexualidade. 
Há uma corrente bizarra de pensamento que pretende associar progresso, modernidade, permissividade e liberalidade, tudo isso em meio à um caldo daquilo que seria desejável e melhor para o ser humano. Quem porventura ousar se contrapor à esse esquema, corre o risco de ser rotulado de retrógrado. As pessoas de bom senso silenciam diante da ameaça de serem tidas por preconceituosas, interessando à cultua modernóide desenvolver um cegueira cultural contra um preconceito ainda maior e que não se percebe; aquele que aponta contra pessoas cautelosas e sensatas, os chamados "conservadores", uma espécie acanhada de atravancador do progresso. 
As atitudes das pessoas são, inegavelmente, estimuladas e condicionadas tanto pela família quanto pela sociedade. E a sociedade tem passado por profundas mudanças em sua estrutura, inclusive aceitando "goela abaixo" a sexualidade na adolescência e, conseqüentemente, também a gravidez na adolescência. Portanto, à medida em que os tabus, inibições, tradições e comportamentos conservadores estão diminuindo, a atividade sexual e a gravidez na infância e juventude vai aumentando.

domingo, 2 de outubro de 2011

Adolescente não reconhecido.

    É muito comum que os pais de adolescente dizer que ele ainda não possui nenhuma responsabilidade a ponto de se preocupar de verdade com ela, pensam que após os 18 anos, no qual se tornaria maior de idade, em outras palavras, responderia por seus atos, é que poderia ter a possibilidade de ser um homem com diversas responsabilidades e deveres a cumprir.
   Pois eu sou contra isso, querendo ou não todos nós somos importantes para algo e sempre possuímos responsabilidade, deveres e direitos, não importando a idade. A fase mais difícil na vida de uma pessoa é a adolescência, isso já foi comprovado cientificamente e devem tomar muitos cuidados. Digo isso por experiência própria. Já presenciei várias situações e tive que resolver vários problemas que não foram nada fáceis. Deixando de lado a escola e nossas obrigações de casa, o adolescente sempre tenta se destacar em algo, para que assim possa ser bem visto perante seus amigos e não se um “Zé ninguém”. Alguns possuem facilidades para arranjar amigos, já outros para arranjar confusão. Mas todos nós sabíamos o que estávamos fazendo e mesmo assim fizemos. Isso se deve por causa da segurança que possuímos enquanto adolescente depois essa imensa segurança vai diminuindo e nos tornamos mais observadores e pensamos mais do que uma vez para fazer algo que possa nos prejudicar.
Talvez algumas pessoas sejam diferentes do que essas palavras descrevem, por outro lado, acredito que a maioria seja ou já foi assim algum dia. Então, concluímos que adolescentes também possuem grandes responsabilidades e devem ser enxergados de outra maneira.(...)
  As doenças físicas e mentais começa  na maioria dos casos nessa faze da vida, e quando algumas das famílias começam a criticar a vida dos adolescentes dizendo: que eles não tem como se comporta em uma gravidez, não tem condições de criar seus filhos e nem de ser chefe de uma família.Em fim e nessa faze que a muitos dos adolescentes que começa a cair na vida das drogas e na vida sexual...
   Na medida que os pais não dão mais carinho  aos seus filhos eles começa a senti que eles não gosta mais de deles , e quando o adolescente começa a procurar por amigos que de carinho a eles,  só que em muitos casos eles não recebe só carinho e sim intensivo  a usar drogas e muitas vezes nem carinho e amizade recebe e sim  drogas.
 Não só os pais mais os adolescentes tem de dar e receber carinho para que eles possa seguir em uma vida tranquila, longe das drogas, etc... 
  Isso nós leva a concluir que os pais, escola e comunidade devem procura intender e ajudar os filhos e adolescentes da comunidade por que essa não e uma faze muito boa na vida de todos os seres humanos...

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Vizuais de roupas

Vizual Emo Masculino

Vizual Emo Feminino 
vizual mais alternativo feminino 

Vizual mais alternativo Masculino
Vizual nerd feminino 

Vizual nerd Masculino 
Vizual de patricinha ou burguesinhas 

Vizual de um mauricinho 


Vizual de um mauricinho 

Cabelos

                  Moicano 

cabelo moicano punk
cabelo penteado moicano "Feminino"

cabelo penteado moicano "Feminino"

cabelo penteado moicano "Feminino"
F
cabelo penteado moicano "Masculino"

cabelo penteado moicano "Masculino" 

Eu sou "normal"

"Ser radical e coisa do passado.
hoje, muda-se de tribo o tempo todo"

    Se você perguntasse a um jovem dos anos 80 a que tribo ele pertencia, as respostas seriam múltiplas. Ele poderia ser punk, metaleiro, dark, New wave, careta, rockabilly.Um punk tratava um rockabilly como um Montecchio a um Capulleto em Romeu e julieta: com desdém raiva e sopapos. Não é à toa que os psicólogos passam anos teorizando a turma como a " segunda família". Era em relação a ela que havias códigos de honra.  Era por ela que se combatia e brigava.
    A instituição da "turma" substitua da "família" mereceu os primeiros estudos nos anos 50.Na quela epoca ficou popular o musical West side story uma versão de Romeu e Julieta que, em vez de Montecchios e Capulettos, opunha as tribos dos "Jets" e dois "Sharks".
    Esse quadro mudou da vida para o século 21.
    Perguntei a um adolescente dos dias de hoje a que tribo ele pertence. Há 99% de chaces de que ele responda: "Eu sou normal". E o que significa ser normal? Não te tribo?Nada disso."Normal" e aquele que transita livremente por diferentes turmas. O que e surfista de dia e pagodeiro de noite, por exemplo. Ou a menina que é nerd no colégio, patricinha no Shopping mas namora um metaleiro- e frequenta festa de Rock pesado como ele. Nos anos 80, uma patricinha( na época  elas eram chamadas " burguesinhas") sofria gozaçoes num reduto hardcore. Atualmente, a resistência e bem menor.
    Vivi- se hoje a era do "camaleão". Ha varias explicações para o fenômeno. A primeira e que o significado das tribos se diluiu. No começo dos anos 80, ser punk era admira um movimento de jovens ingleses desempregados com plataforma definida. Hoje dessas tendências, restaram os cabelos com cortes moicano e as braçadeiras de ouro.Em vez de ideologia há acessórios. E diversão.A maior parte das tribos, nos dias de hoje se agrupa em torno de atividades de lazer.Que pode ser esportivo(Surfistas e Skatistas), cultural(pagodeiros, roqueiros, alternativos que gostam de MPB) ou relativo a vida noturna(clubes de darks.


     por isso não faz sentido brigar. Por que combater alguém que se diverte de forma diferente?Melhor e ficar amigo,, para aproveitar diferentes tipos de programas." Os adolescentes perceberam que não faz sentido se estapear por uma identidade transitória", deferente o psicanalista e escritor italiano Contardo Calligaris. Entre os mais velhos que viviam em tempos mais radicais, ha quem veja nessa mudança constante um lado negativo, um reflexo da superficialidades dos dias atuais.Na verdade, o execício da tolerância é uma conquista da geração de hoje.(...) 

domingo, 25 de setembro de 2011

"Insegurança"

     O adolescente se olha no espelho e se acha diferente.Constata  facilmente que perdeu aquela graça infantil que, em nossa cultura , parece garantir o amor incondicional dos adultos, sua proteção e solicitude imediatas. Essa insegurança perdida  deveria ser compensada por um novo olhar dos mesmos adultos, que reconhece as imagens púbere como sendo a figura de outro adulto, seu par iminente. Ora, se olhar falha: o adolescente perde ( ou, para crescer, renuncia) a segurança do amor que era garantido à criança, sem ganhar em troca outra forma de reconhecimento que lhe parecia nessa altura devido .
    Ao contrario, a maturação, que , para ele, e evidente, invasiva e destrutiva do que fazia sua graça de criança, é recusada, suspensa, negada. Talvez haja  maturação, lhe dizem, mais ainda não e maturidade.Por consequência, ele não é mais nada, nem criança amada, nem adulto reconhecido.
O que vemos no espelho não e bem nossa imagem. É uma imagem que sempre deve muito ao olhar dos outros. Ou seja me vejo bonito ou desejável se tenho razoes de acreditar que os outros gostam de mim ou me desejam.Vejo e suam, o que eu imagino que os outros vejam.Por isso o espelho e ao mesmo tempo tão tentador e tão perigoso para o adolescente:porque gostaria muito de descobri o que os outros veem nele. Entre a criança  que se foi e o adulto que não chega , o espelho do adolescente é frequentemente vazio.Podemos entender então como essa época da vida possa se campeã em fragilidade  de alto estima(...).
   Parado na frente do espelho, caçando as espinhas, medindo as novas formas de seu corpo, desejando e ojerizando seus novos pelos ou seios, o adolescente vivi  a falta do olhar apaixonado que ele merecia  quando criança e a falta de palavras que os admitam  como par na sociedade do adultos. A insegurança se torna assim o traço próprio da adolescência.
  Grande parte das dificuldades relacionadas dos adolescentes, tanto com os adultos quanto com seus coetâneos, derive dessa insegurança. Tanto de uma timidez apagada quanto os estardalhaço maníaco manifestam  as mesmas questões, constantemente a flor da pele, de quem se sente não mais adorado e ainda não reconhecido:será que sou amável , desejável, bonito, agradável, visível, invisível, oportuno inadequado?